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Heinz "Pritzl" Bär

Heinz Bär nasceu no dia 21 de março de 1913 em Sommerfeld perto de Lipsk. Em 1935, ele já havia concluído seu treinamento de vôo e foi servir em um esquadrão de bombardeiros, para em seguida ser deslocado para um esquadrão de transporte, onde voaria Ju 52/3m. No início de 1939, Heinz completou seu treinamento de piloto da caça e foi deslocado para o JG 51. No dia 25 de setembro, abateu seu primeiro avião, um caça francês Curtiss H-75 A-2 do GC I/4. Durante a campanha da França em 1940, ele abateu outros 7 aviões: 3 franceses e 4 britânicos. Na Batalha da Inglaterra, embora tivesse abatido outros 10 aviões, seu Me-109 por diversas vezes retornou bastante danificado, e no dia 2 de setembro de 1940, ele foi obrigado a fazer um "mergulho" forçado nas gélidas águas do Canal da Mancha, quando foi abatido

Em 1941 o JG 51 foi deslocado para a fronte russa, quando então Bär aumentou rapidamente o número de aeronaves abatidas. No dia 2 de julho de 1941, foi promovido a Tenente e laureado com a Cruz de Cavalheiro, já tendo em seu histórico um total de 27 aeronaves inimigas batidas. Ao alcançar 60 vitórias, no dia 14 de agosto de 1941, recebeu as Folhas de Carvalho de sua Cruz de Cavaleiro. Neste mesmo mês, no dia 30, ele abateu seis aeronaves russas. A partir do início de 1942, Bär passou a comandar a IV/JG 51, e em meados de fevereiro, após ter alcançado a marca de 90 vitórias, recebeu a Espada de sua Cruz de Cavalheiro. Na primavera de 1942, Bär teve novos desafios, qual seja, os duros combates aéreos do front sul, na área da Península de Kerch.

Nesses dias, dois dos mais conceituados ases da Luftwaffe trocaram de postos, no comandar as ações da JG 77 na Criméia: Hauptmann Gordon Gollob, com 86 vitórias, foi nomeado Geschwaderkommodore do Centro de Testes de Rechlinto, e Hauptmann Heinz Bär, então com 91 vitórias saiu do IV./JG 51 no front de Moscou para comandar o I./JG 77. Ambos eram pilotos altamente condecorados - Bär com a Cruz de Cavalheiro com Folhas de carvalho e Espadas e Gollob com Folhas de Carvalho. Esses dois homens entretanto possuíam personalidades totalmente opostas. är, notoriamente indisciplinado, que se recusava a voar em missões quando não se sentia inspirado e Gollob, com seu estilo definitivo de um velho militar prussiano, que teria "batido de frente" com Bär, se a I./JG 77 não tivesse sido transferida algumas semanas depois para o front mediterrâneo. Entretanto, durante as duas últimas semanas de maio de 1942, Bär e Gollob dominaram os céus por sobre a Península de Kerch.

No dia 16 de maio, Bär mostrou sua habilidade ao abater dois La-3 (suas vitórias nº 92 e 93). No dia seguinte, Gollob o seguiu, destruindo três bombardeiros ligeiros R-5 e no dia seguinte mais uma aeronave russa (um Yak-1, sua 93º vitória). Embora não se preocupasse muito com a guerra em geral, Gollob começou a competir com seu subordinado, fato muito comum e bem característico de muitos dos ases da Luftwaffe durante a guerra.

Após seu regresso da missão, Gollob foi informado que Bär havia derrubado três Mig-3 naquele dia, fato esse que o deixou transtornado. Sua necessidade por sucesso era tão grande, que ele passou a caçar alvos fácies, sempre visando suplantar Bär. Contrastando com a tática mais utilizada de atacar por trás e por cima, Gollob prefiria vir por baixo, visando o ponto morto dos caças . Um anônimo piloto do JG 77 escreveu o seguinte relato sobre o modo de combater de Gollob:

·  Gollb decolara de Kerch com seu ala, posicionando-se a baixa altitude, sob a formação russa, para em seguida começarem a subir em espiral, mantendo-se cuidadosamente sob a formação. Antes que os "pacíficos" russos desconfiassem, os dois aviões mais baixos foram derrubados e os caças alemães se foram.

Gollob

No dia 18 de maio, três outros obsoletos bombardeiros R-5 foram derrubados por Gollob, aumentando seu escore pessoal para 96 e se igualando mais uma vez a Bär, mas esse também havia se envolvido em combates contra 12 caças soviéticos por sobre Tamanskaya e derrubado dois La-3, mantendo sua vantagem. Nesse mesmo dia, o I./JG 77 recebeu a visita do Jagfliegergeneral Adolf Galland, amigo pessoal de Bär, e o resultado, após tomar conhecimento dos fatos, foi que nasceu uma profunda animosidade entre Galland e Gollob (imagem ao lado). Dois anos depois, em 1944, após haver removido Gollob de seu posto de Comandante da Caça Alemã, por falta de competência, Galland tornou-se alvo político de Gollob. No início de 1945, quando em prisão domiciliar, Galland foi informado que Gollob obtivera provas materiais contra ele, como por exemplo, utilização de veículos da Luftwaffe em situações privadas, suas jogatinas e seu fraco por mulheres !!!

No dia 19 de maio, tanto Gollob como Bär estavam em ação. Gollob conseguiu abater outros três R-5, mas Bär abateu cinco outros caças, pelos quais foi citado no boletim do Alto-Comando alemão do dia seguinte: "Hauptmann Bär, o Gruppenkommandeur da JG 77, alcançou suas vitórias 99ª a 103ª ontem, elevando o total de aeronaves inimigas derrubadas pela Jagdgeschwader 77 a 2 011".

No dia seguinte, Gollob voando ao longo da costa caucasiana abateu um bombardeiro DB-3, tornando-se o 10º piloto alemão a alcançar a marca de 100 aeronaves abatidas, e um La-3.

Logo em seguida, em junho de 1942, a unidade de Bär foi removida para o Teatro do Mediterrâneo, onde então Bär abateu vários caças Spitfires por cima da Ilha de Malta. No dia 13 de outubro, suas vítimas foram três Spitfires (dois do Esquadrão Nº 185 e um do Esquadrão Nº 145 da RAF). Quatro dias depois, um outro foi abatido perto de La Valetta. Em seguida, Bär passou a realizar missões sob o escaldante céu africano. Na Tunísia, ele abateu seus seguintes 61 aviões aliados (vitórias nº 118 a 179). O grande número de missões combinado com as condições africanas minaram o espírito combativo e exauriram-no física e mentalmente. Bär foi destituído do comando e enviado de volta para a Alemanha, para uma reabilitação.

Na primavera de 1944, o então Major Bär retoma suas atividades, comandando o II./JG 1, na defesa do espaço aéreo do Reich,, e logo alcança a marca do 200º avião abatido, pilotando o seu FW 190A-7 "vermelho 23" no dia 22 de abril. Uma semana depois, pilotando agora o FW 190 A-7 "vermelho 13", ele decola comandando 28 caças de sua unidade, para interceptar bombardeiros americanos escoltados por caças. Derruba um P-47 Thunderbolt (vitória nº 201), para minutos depois derrubar um B-24 Liberator (vitória nº 202). As condições já não eram tão favoráveis para os caças da Lutfwaffe, mas mesmo assim Bär derruba outras três aeronaves aliadas, alcançando a marce de 205 vitórias aéreas.

No começo de 1945, Bär é designado comandante da Escola de Caças à Jato (III./EJG 2 - Lechfeld Schule). Em março, a escola é transformada em unidade operacional, operando os Me-262. No dia 19 de março, Bär derruba um Mustang P-51, tornando-se o primeiro piloto a abater um avião voando um jato. Nas mãos de um experiente piloto, o Me-262 provou ser uma arma mortal: no dia 21 de março Bär abate um B-24 e três dias depois suas vítimas são outro B-24 e um P-51 (vitórias nº 208 e 209). Até 23 de abril de 1944, quando Bär foi transferido para a JV 44, unidade comandada por Galland, ele obteve um total de 13 vitórias pilotando caças à reação. Nessa nova unidade, ele abate dois P-47 no dia 27 de abril. A última vitória de Bär aconteceu no dia 29 de abril, quando abateu outro P-47 sobre Bad Aibiling.

Com um total de 221 vitórias, Heinz Bär está posicionado em 8º lugar entre os ases da Luftwaffe e com suas 16 vitórias pilotando o Me-262, está posicionado em 3º lugar entre os ases de caças à jato (todos são alemães)

É interessante notar que Bar teve muita sorte, pois embora tivesse abatido essa quantidade toda de aviões aliados, foi derrubado 18 vêzes, mas sua sorte no ar o deixou, quando no dia 28 de abril de 1957, foi morto em um acidente, quando pilotava um pequeno avião perto de Braunschweig, Alemanha.


 
 

O FW 190A-7 "Vermelho 13" de Heinz "Pritzl" Bär, quando comandante do II./JG 1.