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O Stuka Ju-87

O Stuka (Sturzkampfflugzeug - bombardeiro de mergulho)

com camuflagem da África do Norte

O Stuka era um avião para emprego especial, que não existia antes dos anos 30, qual seja, um bombardeiro de mergulho. Estas aeronave foram projetadas para lançarem pequenas bombas, com alta precisão e velocidade. O conceito deste tipo de aeronave tem origem nos Estados Unidos, alguns anos antes, mas a rivalidade entre as forças aéreas da Marinha e Exército, atrasaram o desenvolvimento de uma aeronave deste tipo até o início da 2ª Guerra Mundial.

Os alemães vislumbraram o potencial deste conceito e criaram o Stuka. No início da guerra, eles tiveram uma atuação devastadora, sendo utilizados nos ataques blitzkrieg (Guerra Relâmpago), juntamente com os blindados. Os Stukas eram muito efetivos, precisos e levavam pânico aos atacados, não só pelas suas bombas mas também devido a um apito, projetado para produzir um som especial, quando o avião entrava em seu mergulho de ataque (dizem que as tripulações de bombardeio americanas quando atacavam o Japão, já no final da guerra, de modo mais divertido criaram uma variante do Stuka, qual seja, o lançamento de garrafas de cerveja vazia, que produziam um apito também estridente, assustando a população civil)

Mais tarde, durante a guerra, ao realizarem os mesmos tipos de operações, os Stukas mostraram sua fraqueza. Na Polônia e na França, onde a Luftwaffe possuía total domínio aéreo, os ataques coordenados dos Stukas e dos blindados levou ao sucesso total. Já durante a Batalha da Inglaterra, forçados a se defenderem dos Spitfires e Hurricanes, e atacando alvos bem defendidos, o Stuka falhou.

Haviam várias razões para isto: o Stuka era muito lento em vôo nivelado (fato que os alemão já sabiam mesmo antes da Batalha da Inglaterra), era pouco blindado inicialmente, e suas características de vôo não eram nada fácies. Sem oposição aérea, era bastante preciso e uma boa arma. Contra caças modernos, era uma lenta pata choca.

Não levou muito para os alemão retirassem o Stuka das ações principais, em especial aquelas por sobre o território inglês. Como não havia nenhum substituto, o Stuka continuou operando em outras frentes, e o fez bem contra os soviéticos e na África Norte. Provou ser um ótimo destruidor de tanques, e como quase todos os aviões alemães da 2ª Guerra, várias versões foram construídas, equipadas com as mais variadas armas e bombas, inclusive um canhão anti-tanque de 37mm.